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Conselho Federal de Medicina autoriza telemedicina durante surto do coronavírus

Iniciativa de telemedicina do Hospital Geral de Palmas, em Tocantins, em parceri
Iniciativa de telemedicina do Hospital Geral de Palmas, em Tocantins, em parceria com o hospital Albert Einstein
Foto: Nielcem Fernandes/Governo Tocantins

O CFM (Conselho Federal de Medicina) autorizou a aplicação da telemedicina –modalidade de atendimento a distância por meio de vídeo– de forma excepcional enquanto o país passa pelo surto do novo coronavírus

Em 2019, o CFM chegou a publicar uma resolução que regularizava os atendimentos a distância, mas a medida foi revogada após reclamação de conselhos regionais e associações profissionais de médicos.

O atendimento online se dará em três modalidades:

1- Teleorientação: para que profissionais realizem orientação e encaminhamento de pacientes em isolamento;

2- Telemonitoramento: para averiguar parâmetros de saúde e/ou distância;

3- Teleinterconsulta: para troca de informações e opiniões entre médicos para auxílio diagnóstico ou terapêutico.

A autorização consta de ofício enviado nesta quinta-feira (18) pelo presidente do CFM, Mauro Luiz de Britto Ribeiro, ao ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

No texto, Ribeiro diz que o Brasil “já entrou na fase de explosão da pandemia de COVID-19”, e usa esse argumento para fundamentar sua decisão. “Estamos frente a uma das maiores ameaças já vivenciadas pelos sistemas de saúde do mundo, com risco real de sequelas e mortes em toda a população.”

O presidente do CFM lista ainda o posicionamento da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre a pandemia e a decretação de estado de calamidade pública pelo governo brasileiro como outros pontos de sustentação para a liberação da telemedicina.

Fonte: CNN Brasil

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